Concreto esconde história de quilômetros de rios em São Paulo

Sob o solo da cidade de São Paulo existe uma malha hidrográfica. E basta uma forte chuva para que centenas de córregos e riachos voltem a superfície. Acompanhe no segundo capítulo da série: Água pior do que está pode ficar?…

Seu Jornal/TVT, repórter Márcia Telles, 26/03/2013.

Rios e Ruas no Jornal da Cultura – TV Cultura SP

Pinheiros e Tietê. Ao se pensar em rios da cidade de São Paulo, estes dois são os primeiros – senão, os únicos – que vêm a mente! Mas a prefeitura da cidade tem cadastrados mais de 300 rios que, mesmo com a urbanização, estão vivos e continuam correndo – muitas vezes, sob o asfalto…

Jornal da Cultura, repórter Adriana Cemino, 04/12/2012.

Sobre rios submersos

Projeto organiza passeios por São Paulo para mostrar cursos d’água que correm debaixo do asfalto da cidade.

Revista Galileu – Setembro/2012 Continuar lendo

São Paulo e as enchentes

Conheça suas causas, como elas têm sido tratadas pelos governantes locais, as ações dos cidadãos e os planos para reverter a situação…

Reportagem Keila Bis fotos Alexandre Rezende

Arquitetura e Construção – 01/2012

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Enterrados vivos: a saga dos rios de Pinheiros

São Paulo remete ao caos. Por trás desta realidade urbana, existe uma natureza, doente, mas viva. Ou melhor, por baixo desta realidade, já que a metrópole é uma verdadeira laje construída sobre uma imensa bacia hidrográfica…

Mercado Ético – 30/11/2011

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Rios da cidade de São Paulo são enterrados vivos

Quando um paulistano é questionado sobre quais são os rios da cidade de São Paulo que ele se lembra, na maioria das vezes as respostas são Rio Tietê ou Rio Pinheiros; poluídos, sujos e mal cheirosos, os dois são sinônimos de anos de descaso com a natureza e o bem-estar da população…

RBJA – 18/11/2011

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O Rio Uberabinha “PASSAVA” na rua Ibijaú?

“…E como você sabe Brasil eu minha família já moramos em uma área de risco quando viemos para São Paulo, Rua Jauaperi esquina com a Ibijaú ao lado do corrego Uberabinha, e posso garantir a quem quer que se interesse por um breve histórico aí de 1956 pra cá, que, a cada ano que se passava a coisa só piorava, haviam alguns anos em que nada acontecia, e outros em que tinhámos que acordar no meio da noite para levantar o que podia ser levantado, e ver as aguas levarem aquilo que não era dela…” Manoel Ferreira, comentário no blog do Ricardo Kotscho/IG, em 02/02/2010 – http://goo.gl/lQNTp Continuar lendo