Ascensão de um rio…

 A água ajuda a reviver uma cidade industrial acabada

Por David Richardson – 24 de Fevereiro de 2012 [*]

Representação artística do rio na Larkin Plaza, centro de Yonkers, quando a restauração estiver concluída.

Por quase cem anos, a quarta maior cidade de Nova York esteve sobre um rio escondido. O Saw Mill, ou Nepperhan (“pequena água rápida”, seu nome nativo americano original), subiu e desceu com as estações do ano debaixo de um estacionamento lotado no centro de Yonkers. […] Continuar lendo

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Rios e Ruas e Árvores Vivas no rádio…

Entrevista de José Bueno e Luiz de Campos Jr, criadores da iniciativa Rios & Ruas, e Juliana Gatti, criadora do Árvores Vivas,  para a jornalista Adriana Dias do programa Ponto de Encontro, Rádio Imaculada AM, 04/02/2012.

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Oficina Rios e Ruas e Árvores Vivas no IV CBJA

Palestra de José Bueno, co-criador da iniciativa Rios & Ruas, no Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, na PUC/RJ, IV CBJA, 17 de Novembro de 2011.

00’00 – Rios enterrados vivos…

02’07 – Em São Paulo, a 200 metros tem um rio…

04’01 – Compreender a Natureza Urbana a partir de pessoas, rios e árvores…

06’07 – Retirar a cobertura dos rios e do olhar humano…

08’05 – Os rios para os quais damos as costas…

10’06 – É simples desenterrar, a mesma tecnologia utilizada para soterrá-lo…

11’49 – Histórias de rios paulistanos e parcerias em projetos…

13’45 – As expedições pelas ruas de São Paulo…

15’40 – O trabalho de detetive para encontrar os rios enterrados vivos…


Foto de Alan Dubner.

Fonte: Audio Ambiente Jornalismo Ecomunitário

Uma expedição inusitada: caminhando pelas águas do Rio Verde

por Daiani Mistieri*

Nem a garoa fina, nem o ventinho que insistia em bater, afastaram arquitetos, jornalistas, gestores ambientais e cidadãos, do desejo de estar junto ao Rio Verde, na Vila Madalena – São Paulo, num domingo pela manhã.

a região do Sumaré na primeira metade do sec XX e hoje: à esquerda, no alto, o Cemitério do Araça e a Av. Municipal (hoje Dr. Arnaldo); descendo pelo centro da foto para o canto direito baixo a Av. Afonso Bovero; na foto atual é possível ver a Av. Sumaré (vale do Rio Sumaré- Água Branca), o viaduto de onde saímos e a Av. Paulo VI (vale do Rio Verde).

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Rios, Ruas, Árvores e um monte de gente…

por Eduardo Shimahara

Dia 31 de Julho de 2011, um domingo de manhã, céu cinzento, frio e aquela garoazinha que vai e vem, nove e meia da manhã e eu estava lá em cima da ponte sobre a Av.Dr.Arnaldo, bairro do Sumaré, São Paulo, Brasil.

Por alguns minutos eu achei que ia ficar ali mesmo sozinho, esperando meu amigo Luiz de Campos Jr, que me convidou pra conhecer outro amigo dele que andava meio esquecido.

Chega um, chegam dois, três. De metrô, de taxi, e logo já são vinte pessoas encarando o mesmo dia cinza, frio e com alguns pingos ainda caindo do céu paulistano. Todos convidados pra conhecer o amigo do Luiz. Continuar lendo

O Rio Uberabinha “PASSAVA” na rua Ibijaú?

“…E como você sabe Brasil eu minha família já moramos em uma área de risco quando viemos para São Paulo, Rua Jauaperi esquina com a Ibijaú ao lado do corrego Uberabinha, e posso garantir a quem quer que se interesse por um breve histórico aí de 1956 pra cá, que, a cada ano que se passava a coisa só piorava, haviam alguns anos em que nada acontecia, e outros em que tinhámos que acordar no meio da noite para levantar o que podia ser levantado, e ver as aguas levarem aquilo que não era dela…” Manoel Ferreira, comentário no blog do Ricardo Kotscho/IG, em 02/02/2010 – http://goo.gl/lQNTp Continuar lendo

Crônica de uma tempestade anunciada

Cidade de São Paulo sai do estado de atenção – A cidade de São Paulo enfrentou nesta sexta-feira o 45º dia seguido de chuvas. O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura decretou estado de atenção em todas as regiões das 17h25 até as 18h20, quando as chuvas diminuíram… IG São Paulo – Último Segundo.

Hoje tivemos mais uma forte tempestade em São Paulo. Aqui no Butantã, a tempestade com fortes rajadas de vento começou por volta das 15h e durou pouco mais de 20 minutos. Eu moro no oitavo andar e 3 janelas do meu apartamento receberam a chuva de frente. Continuar lendo